O Padre Pio não tolerava a mínima negligência no respeito devido ao Santíssimo Sacramento.
Genuflexões apenas esboçada, visitas rápidas que honram os santos, mas esquecem o Rei, um porte irrespeitoso diante do Tabernáculo eram a seus olhos sérias faltas, porque testemunham falta de fé e amor para com Aquele que, por amor, é nosso Divino Prisioneiro.
Um convertido, que se tornou filho espiritual do Padre Pio, experimentou-o, com grande confusão sua, tendo, ao mesmo tempo, uma prova tangível de que o Padre seguia os seus filhos espirituais, mesmo à distância.
Um dia, passando em frente de uma Igreja, teve vergonha de fazer uma saudação, como fazia habitualmente, porque ia acompanhado.
Subitamente, sobressaltou-se.
Uma voz bem conhecida sussurrou-lhe ao ouvido: Covarde!
Como um cão espancado, partiu para San Giovanni.
O Padre acolheu-o com severidade: “Atenção!”, disse ele.”Desta vez tiveste apenas uma advertência mas, para a próxima, levarás “uma bofetada sonora”.
“Não se brinca com o Padre Pio!”, concluiu o jovem, muito contrito.
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